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Alterações em "Recursos Naturais"

Corpo (Português brasileiro)

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    Qualificação: Recursos Naturais: maior benefício para o Estado, províncias e comunidades, com foco no processamento nacional.

     Cenários de Política

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    Cenário 1: Reforma Profunda

    Prevê-se uma transformação estrutural da gestão dos recursos naturais, com forte descentralização, redistribuição de poder e receitas, industrialização local e participação efectiva das comunidades. Inclui ainda descentralização, nova estrutura fiscal do regime de impostos e royalties, participação estatal maioritária nos empreendimentos-chave, diversificação económica.

    Cenário 2: Reforma Moderada

    São introduzidas reformas graduais para reforçar a governação, aumentar os benefícios locais, melhorar a fiscalização e promover algum processamento nacional dos recursos. Prevê-se reforço da co-gestão, maior participação comunitária, fortalecimento institucional, capacitação local e revisão parcial do quadro legal.

    Cenário 3: Continuidade com ajustes

    Mantém-se o actual modelo de exploração e gestão dos recursos naturais, com ajustamentos administrativos e reforço da fiscalização.

    Principais Questões Apresentadas

    • Fraca governação e coordenação institucional na gestão dos recursos naturais, gerando duplicações e vazamentos de responsabilidade;

    • Retenção ao nível central das receitas provenientes da exploração dos recursos;

    • Baixa devolução de benefícios para comunidades locais e zonas produtoras;

    • Fiscalização insuficiente e degradação ambiental;

    • Exportação de matéria-prima sem processamento local;

    • Exclusão das comunidades nos processos de decisão;

    • Fraca capacidade técnica e institucional do Estado;

    • Conflitos ligados ao acesso, uso e distribuição dos benefícios dos recursos naturais.

    Soluções Propostas

     • Maior participação comunitária na gestão dos recursos naturais;

    • Reforço da fiscalização ambiental e institucional;

     • Redistribuição de receitas para províncias, distritos e comunidades locais;

     • Promoção da industrialização local e transformação de matérias-primas;

    • Revisão das leis dos recursos naturais;

    • Reforço da transparência nos contratos e concessões;

    • Formação técnica nacional em áreas estratégicas como geologia e engenharia local;

     • Promoção da sustentabilidade ambiental e energética.

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    Qualificação: Recursos Naturais: maior benefício para o Estado, províncias e comunidades, com foco no processamento nacional.

     Descrição

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    O Grupo de Trabalho de Recursos Naturais (GTRN) visa propor políticas para uma governação inclusiva, transparente e sustentável dos recursos naturais em Moçambique, alinhadas com o diálogo nacional e a ENDE 2025–2044.

    Pretende-se reforçar o quadro legal e institucional, garantir benefícios equitativos, promover transparência e prestação de contas, assegurar sustentabilidade ambiental e social, incentivar a participação de todos os actores e reduzir a dependência dos recursos naturais, promovendo a diversificação económica.

    VII.1 Principais Questões Apresentadas

    • Fraca governação e coordenação institucional na gestão dos recursos naturais, gerando duplicações e vazamentos de responsabilidade;

    • Retenção ao nível central das receitas provenientes da exploração dos recursos;

    • Baixa devolução de benefícios para comunidades locais e zonas produtoras;

    • Fiscalização insuficiente e degradação ambiental;

    • Exportação de matéria-prima sem processamento local;

    • Exclusão das comunidades nos processos de decisão;

    • Fraca capacidade técnica e institucional do Estado;

    • Conflitos ligados ao acesso, uso e distribuição dos benefícios dos recursos naturais.

    VII.2 Soluções Propostas

    • Maior participação comunitária na gestão dos recursos naturais;

    • Reforço da fiscalização ambiental e institucional;

    • Redistribuição de receitas para províncias, distritos e comunidades locais;

    • Promoção da industrialização local e transformação de matérias-primas;

    • Revisão das leis dos recursos naturais;

    • Reforço da transparência nos contratos e concessões;

    • Formação técnica nacional em áreas estratégicas como geologia e engenharia local;

    • Promoção da sustentabilidade ambiental e energética.

    VII.3 Cenários de Política

    Cenário 1: Reforma Profunda

    Prevê-se uma transformação estrutural da gestão dos recursos naturais, com forte descentralização, redistribuição de poder e receitas, industrialização local e participação efectiva das comunidades. Inclui ainda descentralização, nova estrutura fiscal do regime de impostos e royalties, participação estatal maioritária nos empreendimentos-chave, diversificação económica.

    Cenário 2: Reforma Moderada

    São introduzidas reformas graduais para reforçar a governação, aumentar os benefícios locais, melhorar a fiscalização e promover algum processamento nacional dos recursos. Prevê-se reforço da co-gestão, maior participação comunitária, fortalecimento institucional, capacitação local e revisão parcial do quadro legal.

    Cenário 3: Continuidade com ajustes

    Mantém-se o actual modelo de exploração e gestão dos recursos naturais, com ajustamentos administrativos e reforço da fiscalização.

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