Alterações em "Assuntos Constitucionais"
Corpo (Português brasileiro)
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Questões para discussão
Qualificação : Reforma do Estado: sistema político, poderes presidenciais, despartidarização do Estado, descentralização e desconcentração
Cenários de Política
Cenário 1: Reforma Profunda
Neste cenário, são realizadas mudanças estruturais no sistema político e constitucional. Prevê-se a separação efectiva entre Chefe de Estado e Chefe de Governo, eliminação do sistema de cabeça de lista, reforço da separação de poderes, incompatibilidade entre Presidência da República e liderança partidária, despartidarização efectiva do Estado e maior autonomia política, administrativa e financeira das províncias e distritos.
Cenário 2: Reforma Moderada
Neste cenário, são introduzidas reformas graduais destinadas a melhorar o equilíbrio institucional e reforçar a governação democrática, sem alterar profundamente o modelo político vigente. Inclui limitação parcial dos poderes presidenciais, criação do Tribunal Constitucional, reforço da autonomia local, limitação de dois mandatos para deputados, autarcas e administradores, redução do número de deputados e ministérios, despartidarização administrativa e manutenção do sistema de lista, mas com maior transparência.
Cenário 3: Continuidade com ajustes
Neste cenário, mantém-se o actual modelo constitucional e presidencialista, preservando a organização actual do Estado, o sistema de cabeça de lista, a figura do Secretário de Estado e a actual distribuição de poderes. As reformas limitam-se a alguns ajustamentos administrativos e legais, sem alterações estruturais profundas
Principais Questões Apresentadas
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Excessiva concentração de poderes no Presidente da República, sendo simultaneamente Chefe de Estado, Chefe de Governo, Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança e Presidente do Conselho de Ministros. Além disso, nomeia livremente ministros, magistrados judiciais, o Procurador-Geral da República, o Presidente do Conselho Constitucional, o Presidente do Tribunal Supremo, o Presidente do Tribunal Administrativo, os Juízes Conselheiros e os Reitores das universidades públicas, sem qualquer escrutínio efectivo por parte da Assembleia da República reduzindo o equilíbrio entre os órgãos do Estado e limitando os mecanismos de controlo institucional;
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Acumulação das funções de Chefe de Estado, Chefe de Governo e liderança partidária, concentrando poder político e executivo numa única figura;
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Conflitos institucionais entre Governadores Provinciais eleitos e Secretários de Estado nomeados, criando duplicação de funções e dificuldades de coordenação;
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Excessivo centralismo político e administrativo, limitando a autonomia efectiva das províncias e distritos;
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Partidarização da Administração Pública e de instituições do Estado, afectando a neutralidade institucional;
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Ausência de limites de mandatos em determinados cargos políticos (como o de deputado) e administrativos;
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Sistema de cabeça de lista reduzindo a autonomia dos eleitos perante os partidos;
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Ausência de Tribunal Constitucional com competências amplas de fiscalização constitucional;
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Número elevado de deputados e estruturas governativas, aumentando custos do Estado.
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Soluções Propostas
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Redução dos poderes do Presidente da República, reforçando o equilíbrio entre os órgãos de soberania;
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Separação entre as funções de Chefe de Estado e Chefe de Governo, permitindo maior divisão de responsabilidades;
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Eliminação da figura do Secretário de Estado nas províncias, clarificando a cadeia de governação territorial;
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Criação do Tribunal Constitucional, reforçando a fiscalização constitucional e a independência institucional;
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Despartidarização efectiva do Estado e da Administração Pública;
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Introdução de limites de dois mandatos para determinados cargos políticos e administrativos, como deputados, presidentes de conselhos autárquicos e administradores distritais;
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Eleição directa de Governadores Provinciais e Presidentes de Município;
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Redução do número de deputados para 150 e racionalização de estruturas governativas;
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Reforço da autonomia provincial e distrital.
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Questões para discussão
Qualificação : Reforma do Estado: sistema político, poderes presidenciais, despartidarização do Estado, descentralização e desconcentração
Cenários de Política
Cenário 1: Reforma Profunda
Neste cenário, são realizadas mudanças estruturais no sistema político e constitucional. Prevê-se a separação efectiva entre Chefe de Estado e Chefe de Governo, eliminação do sistema de cabeça de lista, reforço da separação de poderes, incompatibilidade entre Presidência da República e liderança partidária, despartidarização efectiva do Estado e maior autonomia política, administrativa e financeira das províncias e distritos.
Cenário 2: Reforma Moderada
Neste cenário, são introduzidas reformas graduais destinadas a melhorar o equilíbrio institucional e reforçar a governação democrática, sem alterar profundamente o modelo político vigente. Inclui limitação parcial dos poderes presidenciais, criação do Tribunal Constitucional, reforço da autonomia local, limitação de dois mandatos para deputados, autarcas e administradores, redução do número de deputados e ministérios, despartidarização administrativa e manutenção do sistema de lista, mas com maior transparência.
Cenário 3: Continuidade com ajustes
Neste cenário, mantém-se o actual modelo constitucional e presidencialista, preservando a organização actual do Estado, o sistema de cabeça de lista, a figura do Secretário de Estado e a actual distribuição de poderes. As reformas limitam-se a alguns ajustamentos administrativos e legais, sem alterações estruturais profundas
Principais Questões Apresentadas
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Excessiva concentração de poderes no Presidente da República, sendo simultaneamente Chefe de Estado, Chefe de Governo, Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança e Presidente do Conselho de Ministros. Além disso, nomeia livremente ministros, magistrados judiciais, o Procurador-Geral da República, o Presidente do Conselho Constitucional, o Presidente do Tribunal Supremo, o Presidente do Tribunal Administrativo, os Juízes Conselheiros e os Reitores das universidades públicas, sem qualquer escrutínio efectivo por parte da Assembleia da República reduzindo o equilíbrio entre os órgãos do Estado e limitando os mecanismos de controlo institucional;
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Acumulação das funções de Chefe de Estado, Chefe de Governo e liderança partidária, concentrando poder político e executivo numa única figura;
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Conflitos institucionais entre Governadores Provinciais eleitos e Secretários de Estado nomeados, criando duplicação de funções e dificuldades de coordenação;
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Excessivo centralismo político e administrativo, limitando a autonomia efectiva das províncias e distritos;
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Partidarização da Administração Pública e de instituições do Estado, afectando a neutralidade institucional;
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Ausência de limites de mandatos em determinados cargos políticos (como o de deputado) e administrativos;
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Sistema de cabeça de lista reduzindo a autonomia dos eleitos perante os partidos;
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Ausência de Tribunal Constitucional com competências amplas de fiscalização constitucional;
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Número elevado de deputados e estruturas governativas, aumentando custos do Estado.
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Soluções Propostas
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Redução dos poderes do Presidente da República, reforçando o equilíbrio entre os órgãos de soberania;
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Separação entre as funções de Chefe de Estado e Chefe de Governo, permitindo maior divisão de responsabilidades;
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Eliminação da figura do Secretário de Estado nas províncias, clarificando a cadeia de governação territorial;
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Criação do Tribunal Constitucional, reforçando a fiscalização constitucional e a independência institucional;
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Despartidarização efectiva do Estado e da Administração Pública;
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Introdução de limites de dois mandatos para determinados cargos políticos e administrativos, como deputados, presidentes de conselhos autárquicos e administradores distritais;
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Eleição directa de Governadores Provinciais e Presidentes de Município;
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Redução do número de deputados para 150 e racionalização de estruturas governativas;
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Reforço da autonomia provincial e distrital.
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