Pular para o conteúdo principal

Configurações de cookies

Usamos cookies para garantir as funcionalidades básicas do site e melhorar a sua experiência on-line. Você pode configurar e aceitar o uso dos cookies e modificar suas opções de consentimento, a qualquer momento.

Essencial

Preferências

Análises e estatísticas

Marketing

Alterações em "Reforma da Justiça"

Corpo (Português brasileiro)

  • -

    Qualificação : Inclusão Económica e Social: medidas específicas para juventude, mulheres, pessoas com deficiência, fomento de habitação e emprego

    Questões para discussão

    Independência Judicial

    1. Que mudanças devem ser introduzidas nos mecanismos de nomeação e promoção de juízes e procuradores para garantir maior independência e imparcialidade?

    Autonomia do Sistema de Justiça

    1. Como assegurar a autonomia financeira e administrativa do poder judicial sem comprometer a transparência e a prestação de contas?

    Conselho Constitucional

    1. Que reformas são necessárias para garantir maior independência, credibilidade e confiança pública no Conselho Constitucional?

    Acesso à Justiça

    1. Quais são os principais obstáculos ao acesso à justiça em Moçambique, especialmente nas zonas rurais, e que soluções concretas devem ser adoptadas?

    Eficiência e Celeridade

    1. Que medidas podem ser implementadas para reduzir a morosidade processual e melhorar a eficiência dos tribunais?

    Combate à Corrupção

    1. Que reformas institucionais e legais são necessárias para fortalecer o combate à corrupção e à criminalidade organizada no sistema de justiça?

    Justiça Comunitária e Pluralismo Jurídico

    1. Como melhorar a articulação entre a justiça formal e os sistemas de justiça comunitária, garantindo respeito pelos direitos humanos?

    Sistema Penitenciário

    1. Que mudanças devem ser feitas para melhorar as condições das prisões e garantir a reintegração social dos reclusos?

    Confiança Pública

    1. Quais são as principais causas da desconfiança dos cidadãos no sistema de justiça e como podem ser superadas?

    Reforma Estratégica

    1. Que três reformas prioritárias devem ser implementadas para tornar o sistema de justiça mais independente, acessível, eficiente e credível?

    Descrição

    O Grupo de Trabalho sobre Assuntos da Justiça é um órgão técnico de apoio à Comissão Técnica para a Materialização do Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), responsável por analisar e propor medidas relacionadas com a revisão e actualização e reforma do sistema de justiça do país.

    O GT de Assuntos de Justiça actua como um espaço/plataforma de concertação técnica e diálogo inclusivo, envolvendo representantes do Governo, Partidos Políticos signatários, órgãos do sistema de justiça, sociedade civil, academia, sector privado, mulheres, jovens, comunidades locais e cidadãos em território nacional e na diáspora, assegurando rigor técnico, transparência e representatividade. Tem ainda a missão de garantir que as propostas de alteração sobre o sistema de justiça sejam participativas, inclusivas e representativas dos interesses nacionais e de todos os moçambicanos.

    As suas principais responsabilidades  incluem  a avaliação do actual modelo de funcionamento dos tribunais  e propor alternativas que assegurem autonomia financeira; rever os critérios de nomeação de juízes, procuradores membros do Conselho Constitucional; avaliar a organização e funcionamento dos tribunais, incluindo fluxos processuais e gestão administrativa; propor mecanismos de prevenção da corrupção e conflitos de interesse e sugerir reformas para aumentar a legitimidade da justiça perante os cidadãos e propor mecanismos de articulação entre a justiça comunitária e estadual no âmbito do pluralismo jurídico.

    O GT tem como objectivos:

    a. Geral: desenvolver uma reforma do sistema de justiça mais independente, eficiente, acessível e transparente, que garanta a protecção efectiva dos direitos dos cidadãos e contribua para a consolidação do Estado de Direito, a confiança pública nas instituições de justiça e para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

    b. Específicos

            i.            Reforçar a independência, imparcialidade e eficácia do sistema judicial moçambicano; mediante a revisão e aprimoramento dos mecanismos de nomeação, autonomia financeira e administrativa;

           ii.            Analisar o quadro legal e institucional do sector da justiça, identificando os principais constrangimentos ao seu bom funcionamento;

         iii.            Avaliar as políticas e estratégias de reforma da justiça implementadas até ao momento, e propor ajustamentos ou novas medidas para acelerar a sua implementação;

         iv.            Formular propostas de revisão da legislação e de reforma das instituições do sector da justiça, que visem a melhoria do acesso à justiça, o reforço da independência judicial e o combate à corrupção;

           v.            Avaliar o actual quadro legal e institucional que regula a nomeação dos titulares dos órgãos judiciais, incluindo o Conselho Constitucional;

         vi.            Identificar riscos e prácticas de interferência política no processo de nomeação e progressão de carreiras na magistratura;

       vii.            Propor modelos de nomeação transparentes, baseados em mérito, com participação de atores independentes;

     viii.            Avaliar e propor os mecanismos de autonomia financeira e administrativa que comprometam a autonomia do poder judicial e judiciário;

         ix.            Propor um modelo de financiamento autónomo e sustentável para o poder judicial e judiciário;

           x.            Garantir salvaguardas institucionais para a independência e imparcialidade do Conselho Constitucional;

         xi.            Elaborar propostas de reformas, legislação e políticas, incluindo a indicação das que implicam na revisão constitucional, decorrentes do Processo de Diálogo Nacional e Inclusivo.

    Área de Assuntos de Justiça: questões e áreas de reflexão e diálogo

    A reforma do sistema de justiça é um processo complexo que lida com o legado histórico, a realidade do pluralismo jurídico e os desafios da modernização e do Estado de Direito. As áreas e questões de diálogo e reflexão mais prementes centram-se na eficiência, na independência, no combate à corrupção e na garantia do acesso à justiça para todos os cidadãos, nomeadamente, será necessário aprofundar e reflectir sobre questões-chave tais como: eficiência e celeridade processual; independência e integridade judicial; acesso universal à justiça. A discussão sobre estas áreas exige um diálogo aberto e compromisso entre todos os actores interessados.

     Âmbito da área dos Assuntos de Justiça: temas, instituições, sectores e actores envolvidos

    O Grupo de Trabalho de Assuntos de Justiça é responsável por analisar e propor reformas do quadro normativo, institucional e operacional do sistema de justiça, propondo um conjunto de alterações normativas, institucionais e tecnológicas, destinadas a tornar o sistema de justiça mais racional, célere, eficiente, acessível e seguro para os cidadãos.

    Principais reformas e medidas

    O Grupo de Trabalho de Assuntos de Justiça vai concentrar a sua atenção nos seguintes pilares fundamentais:

    • -
    • Independência do Poder Judicial no país: análise do mecanismo de indicação dos titulares dos órgãos da justiça e respectiva independência financeira e administrativa, Independência material do sistema Judiciário e Independência e imparcialidade do Conselho Constitucional;

    • -
    • Acesso à Justiça: análise dos obstáculos que dificultam o acesso dos cidadãos à justiça, em particular as populações rurais e mais desfavorecidas, e proposta de medidas para a sua remoção, incluindo a expansão da assistência judiciária e a promoção de meios alternativos de resolução de litígios;

    • -
    • Independência e Eficiência do Poder Judicial: debate sobre os mecanismos de garantia da independência dos magistrados e de aumento da eficiência e celeridade dos tribunais;

    • -
    • Combate à Corrupção e à Criminalidade Organizada: análise da eficácia do sistema de justiça no combate à corrupção, ao branqueamento de capitais e a outras formas de criminalidade organizada, e proposta de medidas para o seu fortalecimento;

    • -
    • Sistema Penitenciário e Direitos dos Reclusos: reflexão sobre as condições do sistema penitenciário e a necessidade de garantir o respeito pelos direitos humanos dos reclusos, bem como a sua reintegração social;

    • -
    • Pluralismo Jurídico: Debate sobre a articulação entre a justiça formal e os sistemas de justiça comunitária, procurando valorizar o papel das autoridades tradicionais na resolução de conflitos locais.

    • -

  • +

    Qualificação : Inclusão Económica e Social: medidas específicas para juventude, mulheres, pessoas com deficiência, fomento de habitação e emprego

    Questões para discussão

    Independência Judicial

    1. Que mudanças devem ser introduzidas nos mecanismos de nomeação e promoção de juízes e procuradores para garantir maior independência e imparcialidade?

    Autonomia do Sistema de Justiça

    1. Como assegurar a autonomia financeira e administrativa do poder judicial sem comprometer a transparência e a prestação de contas?

    Conselho Constitucional

    1. Que reformas são necessárias para garantir maior independência, credibilidade e confiança pública no Conselho Constitucional?

    Acesso à Justiça

    1. Quais são os principais obstáculos ao acesso à justiça em Moçambique, especialmente nas zonas rurais, e que soluções concretas devem ser adoptadas?

    Eficiência e Celeridade

    1. Que medidas podem ser implementadas para reduzir a morosidade processual e melhorar a eficiência dos tribunais?

    Combate à Corrupção

    1. Que reformas institucionais e legais são necessárias para fortalecer o combate à corrupção e à criminalidade organizada no sistema de justiça?

    Justiça Comunitária e Pluralismo Jurídico

    1. Como melhorar a articulação entre a justiça formal e os sistemas de justiça comunitária, garantindo respeito pelos direitos humanos?

    Sistema Penitenciário

    1. Que mudanças devem ser feitas para melhorar as condições das prisões e garantir a reintegração social dos reclusos?

    Confiança Pública

    1. Quais são as principais causas da desconfiança dos cidadãos no sistema de justiça e como podem ser superadas?

    Reforma Estratégica

    1. Que três reformas prioritárias devem ser implementadas para tornar o sistema de justiça mais independente, acessível, eficiente e credível?

    Descrição

    O Grupo de Trabalho sobre Assuntos da Justiça é um órgão técnico de apoio à Comissão Técnica para a Materialização do Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), responsável por analisar e propor medidas relacionadas com a revisão e actualização e reforma do sistema de justiça do país.

    O GT de Assuntos de Justiça actua como um espaço/plataforma de concertação técnica e diálogo inclusivo, envolvendo representantes do Governo, Partidos Políticos signatários, órgãos do sistema de justiça, sociedade civil, academia, sector privado, mulheres, jovens, comunidades locais e cidadãos em território nacional e na diáspora, assegurando rigor técnico, transparência e representatividade. Tem ainda a missão de garantir que as propostas de alteração sobre o sistema de justiça sejam participativas, inclusivas e representativas dos interesses nacionais e de todos os moçambicanos.

    As suas principais responsabilidades  incluem  a avaliação do actual modelo de funcionamento dos tribunais  e propor alternativas que assegurem autonomia financeira; rever os critérios de nomeação de juízes, procuradores membros do Conselho Constitucional; avaliar a organização e funcionamento dos tribunais, incluindo fluxos processuais e gestão administrativa; propor mecanismos de prevenção da corrupção e conflitos de interesse e sugerir reformas para aumentar a legitimidade da justiça perante os cidadãos e propor mecanismos de articulação entre a justiça comunitária e estadual no âmbito do pluralismo jurídico.

    O GT tem como objectivos:

    a. Geral: desenvolver uma reforma do sistema de justiça mais independente, eficiente, acessível e transparente, que garanta a protecção efectiva dos direitos dos cidadãos e contribua para a consolidação do Estado de Direito, a confiança pública nas instituições de justiça e para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

    b. Específicos

            i.            Reforçar a independência, imparcialidade e eficácia do sistema judicial moçambicano; mediante a revisão e aprimoramento dos mecanismos de nomeação, autonomia financeira e administrativa;

           ii.            Analisar o quadro legal e institucional do sector da justiça, identificando os principais constrangimentos ao seu bom funcionamento;

         iii.            Avaliar as políticas e estratégias de reforma da justiça implementadas até ao momento, e propor ajustamentos ou novas medidas para acelerar a sua implementação;

         iv.            Formular propostas de revisão da legislação e de reforma das instituições do sector da justiça, que visem a melhoria do acesso à justiça, o reforço da independência judicial e o combate à corrupção;

           v.            Avaliar o actual quadro legal e institucional que regula a nomeação dos titulares dos órgãos judiciais, incluindo o Conselho Constitucional;

         vi.            Identificar riscos e prácticas de interferência política no processo de nomeação e progressão de carreiras na magistratura;

       vii.            Propor modelos de nomeação transparentes, baseados em mérito, com participação de atores independentes;

     viii.            Avaliar e propor os mecanismos de autonomia financeira e administrativa que comprometam a autonomia do poder judicial e judiciário;

         ix.            Propor um modelo de financiamento autónomo e sustentável para o poder judicial e judiciário;

           x.            Garantir salvaguardas institucionais para a independência e imparcialidade do Conselho Constitucional;

         xi.            Elaborar propostas de reformas, legislação e políticas, incluindo a indicação das que implicam na revisão constitucional, decorrentes do Processo de Diálogo Nacional e Inclusivo.

    Área de Assuntos de Justiça: questões e áreas de reflexão e diálogo

    A reforma do sistema de justiça é um processo complexo que lida com o legado histórico, a realidade do pluralismo jurídico e os desafios da modernização e do Estado de Direito. As áreas e questões de diálogo e reflexão mais prementes centram-se na eficiência, na independência, no combate à corrupção e na garantia do acesso à justiça para todos os cidadãos, nomeadamente, será necessário aprofundar e reflectir sobre questões-chave tais como: eficiência e celeridade processual; independência e integridade judicial; acesso universal à justiça. A discussão sobre estas áreas exige um diálogo aberto e compromisso entre todos os actores interessados.

     Âmbito da área dos Assuntos de Justiça: temas, instituições, sectores e actores envolvidos

    O Grupo de Trabalho de Assuntos de Justiça é responsável por analisar e propor reformas do quadro normativo, institucional e operacional do sistema de justiça, propondo um conjunto de alterações normativas, institucionais e tecnológicas, destinadas a tornar o sistema de justiça mais racional, célere, eficiente, acessível e seguro para os cidadãos.

    Principais reformas e medidas

    O Grupo de Trabalho de Assuntos de Justiça vai concentrar a sua atenção nos seguintes pilares fundamentais:

    • +
    • Independência do Poder Judicial no país: análise do mecanismo de indicação dos titulares dos órgãos da justiça e respectiva independência financeira e administrativa, Independência material do sistema Judiciário e Independência e imparcialidade do Conselho Constitucional;

    • +
    • Acesso à Justiça: análise dos obstáculos que dificultam o acesso dos cidadãos à justiça, em particular as populações rurais e mais desfavorecidas, e proposta de medidas para a sua remoção, incluindo a expansão da assistência judiciária e a promoção de meios alternativos de resolução de litígios;

    • +
    • Independência e Eficiência do Poder Judicial: debate sobre os mecanismos de garantia da independência dos magistrados e de aumento da eficiência e celeridade dos tribunais;

    • +
    • Combate à Corrupção e à Criminalidade Organizada: análise da eficácia do sistema de justiça no combate à corrupção, ao branqueamento de capitais e a outras formas de criminalidade organizada, e proposta de medidas para o seu fortalecimento;

    • +
    • Sistema Penitenciário e Direitos dos Reclusos: reflexão sobre as condições do sistema penitenciário e a necessidade de garantir o respeito pelos direitos humanos dos reclusos, bem como a sua reintegração social;

    • +
    • Pluralismo Jurídico: Debate sobre a articulação entre a justiça formal e os sistemas de justiça comunitária, procurando valorizar o papel das autoridades tradicionais na resolução de conflitos locais.

    • +
    • Confirmar

      É necessário fazer login

      Senha muito curta.